GEINT
ameiiiiiiiii esse vlogerrrr
nossa seriooooooooooooo
nunca tinha visto o video dessa mulher...
mas com esses comentarios do eu,ateu eh MARAA
segue
bej
s2
L.
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terça-feira, 3 de abril de 2012
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Deu-se inicio a guerra
é...
então...
só de manter esse blog eu ja fico com dor no estomago, imagina agora. depois da miriam rios e dos boçalnaros... é o fim né. e tem gente que ainda considera piadinha de viado engraçada. RECONCEITO que chama porra! serio mesmo... e a guerra virtual aumenta a cada dia. preguiça de ler os argumentos da galera. são tantos argumentos e tantas discussões que já não levam a lugar nenhum. os gays não vão desistir nunca e os homofobicos não vão se assumir nunca. sabe é quase uma guerra de ego já. socorro.
segue uma sequencia ultimas noticias vistas no blog homorrealidade.
bêj
:(L.
Via Twitter, filho de Bolsonaro insulta homossexuais e celebra vitória do pai na Câmara
Por Bruno Siffredi para o estadão.com.br
O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PP) comemorou de forma inusitada o arquivamento da representação contra seu pai, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), no Conselho de Ética da Câmara nesta quarta-feira, 29. Pelo Twitter, o vereador dirigiu insultos aos homossexuais e disse que a decisão da Câmara é “o início da queda da ditadura do homossexualismo” no País.
Após reiterar o mesmo insulto em duas mensagens (“ch…, vi…!”), Carlos Bolsonaro fez uma declaração de apoio ao pai: “Tenho orgulho d (sic) ser igual ao meu pai em todos os sentidos e um deles é colocar sua competência acima d (sic) sua sexualidade.” O vereador ainda afirmou se divertir coma reação dos “gays” no Twitter. Antes de se despedir, fez questão de reafirmar a própria orientação sexual: “Atenção Boiolas, p/ (sic) infelicidade d vcs (sic), eu sou hétero!”
Jair Bolsonaro foi alvo de uma representação do PSOL após ter discutido publicamente com a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e ter classificado de “promiscuidade” a possibilidade de um filho seu ter relacionamento com uma mulher negra durante entrevista ao programa CQC, da TV Bandeirantes.
O Conselho de Ética rejeitou por 10 votos a 7 a abertura de processo disciplinar contra Bolsonaro. Os deputados do Conselho entenderam que não se pode punir um parlamentar com base em suas opiniões.
O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PP) comemorou de forma inusitada o arquivamento da representação contra seu pai, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ), no Conselho de Ética da Câmara nesta quarta-feira, 29. Pelo Twitter, o vereador dirigiu insultos aos homossexuais e disse que a decisão da Câmara é “o início da queda da ditadura do homossexualismo” no País.
Após reiterar o mesmo insulto em duas mensagens (“ch…, vi…!”), Carlos Bolsonaro fez uma declaração de apoio ao pai: “Tenho orgulho d (sic) ser igual ao meu pai em todos os sentidos e um deles é colocar sua competência acima d (sic) sua sexualidade.” O vereador ainda afirmou se divertir coma reação dos “gays” no Twitter. Antes de se despedir, fez questão de reafirmar a própria orientação sexual: “Atenção Boiolas, p/ (sic) infelicidade d vcs (sic), eu sou hétero!”
Jair Bolsonaro foi alvo de uma representação do PSOL após ter discutido publicamente com a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) e ter classificado de “promiscuidade” a possibilidade de um filho seu ter relacionamento com uma mulher negra durante entrevista ao programa CQC, da TV Bandeirantes.
O Conselho de Ética rejeitou por 10 votos a 7 a abertura de processo disciplinar contra Bolsonaro. Os deputados do Conselho entenderam que não se pode punir um parlamentar com base em suas opiniões.
"A guerra vai aumentar", diz Bolsonaro após absolvição em conselho
Por Robson Bonin Do G1, em Brasília
Depois de ter o processo de cassação arquivado pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara nesta quarta (29), o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) afirmou que a decisão do colegiado “deu mais força” para que ele continue e aumente a “guerra” contra o que classificou de “fundamentalismo homossexual” nas escolas brasileiras.
"A luta continua. [A decisão] Me deu mais força ainda. Estou no caminho certo. Não posso admitir o fundamentalismo homossexual, a apologia ao homossexualismo nas escolas. A guerra vai aumentar”, disse Bolsonaro, crítico das políticas de inclusão do governo federal para homossexuais.
Bolsonaro era alvo de processo disciplinar por suposta prática de racismo e homofobia após ter dado declarações polêmicas em um programa de televisão. Ao ser perguntado pela cantora Preta Gil sobre como reagiria se o filho namorasse uma mulher negra, afirmou que não discutiria "promiscuidade".
O PSOL também queria cassar Bolsonaro por um bate-boca com a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), depois que o deputado tentou exibir para as câmaras um folheto "antigay" durante entrevista da senadora Marta Suplicy (PT-SP).
Na tarde desta quarta, por dez votos a sete, e cinco ausências os integrantes do colegiado votaram contra o parecer prévio do relator, deputado Sérgio Brito (PSC-BA), que defendia a admissibilidade do processo e arquivaram o caso.
Questionado se havia se arrependido de ter instigado o polêmico embate com seguimentos defensores dos direitos homossexuais, principalmente em relação ao deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que é homossexual assumido, Bolsonaro reagiu com ironia.
“Vou me arrepender, pedir desculpa para o Jean Wyllys, que inclusive falou que tinha orgulho de ser veado? Tá de brincadeira. Toda a minha defesa estava pronta, e usaria caso fosse acolhida a denúncia. Vou colocar tudo na internet. Vou manter a minha postura. Fui eleito para falar, para ser parlamentar, colocar para fora minhas ideias. Esse bando não merece respeito”, afirmou Bolsonaro.
'Decisão é perigosa'
O deputado do PSOL avaliou que a decisão do conselho em livrar Bolsonaro de um processo administrativo é perigosa porque irá incentivar manifestações parecidas contra homossexuais.
“Acho uma decisão perigosa, porque se o deputado Bolsonaro já violava explicitamente e despudoradamente a dignidade da pessoa humana de homossexuais e de negros, agora ele vai deitar e rolar. De negros ele até recuou, porque sabe que existe uma lei que criminaliza o racismo. Ele recuou dos ataques aos negros para investir pesadamente nos ataques aos homossexuais”, afirmou Wyllys.
Questionado se o conselho havia sido conservador, Wyllys lembrou a reação do próprio Bolsonaro ao receber a decisão.
“O deputado Jair Bolsonaro, quando recebeu o resultado, sorriu e falou assim: ‘Não esperava outro resultado, afinal, a maioria do conselho é hétero’.”
Depois de ter o processo de cassação arquivado pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara nesta quarta (29), o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) afirmou que a decisão do colegiado “deu mais força” para que ele continue e aumente a “guerra” contra o que classificou de “fundamentalismo homossexual” nas escolas brasileiras.
"A luta continua. [A decisão] Me deu mais força ainda. Estou no caminho certo. Não posso admitir o fundamentalismo homossexual, a apologia ao homossexualismo nas escolas. A guerra vai aumentar”, disse Bolsonaro, crítico das políticas de inclusão do governo federal para homossexuais.
Bolsonaro era alvo de processo disciplinar por suposta prática de racismo e homofobia após ter dado declarações polêmicas em um programa de televisão. Ao ser perguntado pela cantora Preta Gil sobre como reagiria se o filho namorasse uma mulher negra, afirmou que não discutiria "promiscuidade".
O PSOL também queria cassar Bolsonaro por um bate-boca com a senadora Marinor Brito (PSOL-PA), depois que o deputado tentou exibir para as câmaras um folheto "antigay" durante entrevista da senadora Marta Suplicy (PT-SP).
Na tarde desta quarta, por dez votos a sete, e cinco ausências os integrantes do colegiado votaram contra o parecer prévio do relator, deputado Sérgio Brito (PSC-BA), que defendia a admissibilidade do processo e arquivaram o caso.
Questionado se havia se arrependido de ter instigado o polêmico embate com seguimentos defensores dos direitos homossexuais, principalmente em relação ao deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), que é homossexual assumido, Bolsonaro reagiu com ironia.
“Vou me arrepender, pedir desculpa para o Jean Wyllys, que inclusive falou que tinha orgulho de ser veado? Tá de brincadeira. Toda a minha defesa estava pronta, e usaria caso fosse acolhida a denúncia. Vou colocar tudo na internet. Vou manter a minha postura. Fui eleito para falar, para ser parlamentar, colocar para fora minhas ideias. Esse bando não merece respeito”, afirmou Bolsonaro.
'Decisão é perigosa'
O deputado do PSOL avaliou que a decisão do conselho em livrar Bolsonaro de um processo administrativo é perigosa porque irá incentivar manifestações parecidas contra homossexuais.
“Acho uma decisão perigosa, porque se o deputado Bolsonaro já violava explicitamente e despudoradamente a dignidade da pessoa humana de homossexuais e de negros, agora ele vai deitar e rolar. De negros ele até recuou, porque sabe que existe uma lei que criminaliza o racismo. Ele recuou dos ataques aos negros para investir pesadamente nos ataques aos homossexuais”, afirmou Wyllys.
Questionado se o conselho havia sido conservador, Wyllys lembrou a reação do próprio Bolsonaro ao receber a decisão.
“O deputado Jair Bolsonaro, quando recebeu o resultado, sorriu e falou assim: ‘Não esperava outro resultado, afinal, a maioria do conselho é hétero’.”
A Decadência de Myriam Rios: de atriz mediana a política homofóbica
Por Lufe Steffen para A CAPA
Está no auge a polêmica envolvendo a ex-atriz Myriam Rios. Como já é de conhecimento público, a deputada estadual (PDT-RJ) proferiu um discurso onde defendeu o direito de demitir funcionários homossexuais, além de relacionar perigosamente os gays com atos de pedofilia e crime.
A situação surpreendeu a mídia e a classe artística, além de chocar toda uma geração, de pessoas entre 30 e 45 anos, que cresceram assistindo com simpatia à atuação da então atriz Myriam na TV. A imagem pública dela sempre foi agradável, e ela chegou a ser chamada por Caetano Veloso de "a primeira-dama da MPB" - obviamente, por ter sido esposa de Roberto Carlos durante dez anos.
Para entender Myriam Rios, é preciso conhecer sua história. Nascida em Belo Horizonte no final de 1958, ela iniciou carreira artística ainda adolescente. Em 1976, com 17 anos, venceu um concurso de novas atrizes no programa de TV de Moacyr Franco, na Rede Globo.
Logo estava na novela "O Feijão e o Sonho", no mesmo ano, exibida pela emissora às 18h. Myriam e Lídia Brondi interpretavam as filhas adolescentes do casal protagonista. Sua carreira como atriz de TV começou a crescer. Ela atuou nas novelas "Escrava Isaura" (1976/77), "Duas Vidas" (1976/77), "Sem Lenço Sem Documento" (1977/78), "Pecado Rasgado" (1978/79), "Memórias de Amor" (1979), "Marrom Glacé" (1979/80), "Coração Alado" (1980/81) e "O Amor é Nosso!" (1981).
A essa altura, ela já era um rosto conhecido no Brasil. E um corpo também - afinal, posou nua para as revistas "Lui" (em 1978) e "Ele & Ela" (duas vezes, em 1979). Outra razão de sua fama aumentar foi, claro, o relacionamento com Roberto Carlos. O cantor chegou, inclusive, a comprar das editoras os direitos sobre esses ensaios fotográficos, para impedir a republicação das fotos.
Atualmente, tais revistas valem ouro em sebos - mas em compensação, LPs de vinil com coletâneas estilo "Disco Hits 76" custam R$1, e em pelo menos duas delas Myriam posa na capa: seminua, contracenando com uma motocicleta (foto).
No livro "Roberto Carlos em Detalhes" (de Paulo César de Araújo, publicado em 2006 e recolhido das livrarias por ordem judicial, a pedido do próprio Roberto Carlos), o autor fala sobre a relação da atriz com o Rei. O namoro começou em 1978, e tornou-se público no ano seguinte. Eles se casaram no final dos anos 70. Myriam tornou-se uma espécie de "Lady Di" brasileira, e passou a acompanhar o marido em turnês, shows e camarotes de Carnaval.
Como ela mesma mencionou, Roberto solicitava a presença da esposa ao seu lado, priorizando a própria carreira dele. E assim ela fez: em 1981, foi anunciado que a novela "O Amor é Nosso!" seria sua despedida da profissão.
Apesar disso, ao longo dos anos 80 ela voltou a aparecer: atuou nos filmes "A Filha dos Trapalhões" (85, com o quarteto humorístico) e "Banana Split" (87, onde fazia uma moça meio "piranha", no início dos anos 60), e nas novelas "Tititi" (85/86) e "Bambolê" (87/88) - em ambas, contracenando com o ator Paulo Castelli, já que Roberto Carlos só confiava no rapaz para fazer cenas de beijos com sua então esposa.
Também foi apresentadora do musical "Globo de Ouro", ao lado do falecido Lauro Corona (1957-1989). O que pensaria Lauro, se estivesse vivo, da atual opinião de Myriam sobre os gays?
Em 1989, Myriam se separou de Roberto Carlos. Novamente, como ela declarou no livro citado, estava se sentindo frustrada, pois queria ter filhos, mas o Rei não concordava. Queria retomar sua carreira de vez, e ele também era contra.
Uma vez separada, ela tentou voltar à tona. Atuou na minissérie "Floradas na Serra" (91, na extinta TV Manchete) e "Irmã Catarina" (96, na CNT, interpretando uma freira). Conseguiu voltar para a Globo, onde atuou em "Era Uma Vez..." (98), "Aquarela do Brasil" (2000) e "O Clone" (2001, atualmente em reprise no "Vale a Pena Ver de Novo").
Ao longo desse período, conseguiu enfim ter filhos: um com o médico Edmar Fontoura, e outro com o ator André Gonçalves - com quem contracenou em "Era Uma Vez..".
Aí viria a mudança: em 2002, converteu-se à Renovação Carismática Católica, entrando assim para o time de ex-atrizes dos anos 70 e 80 que seguem o mesmo trajeto: posam nuas, fazem filmes "ousados", atuam na TV, e depois que são desprezadas pela mídia, vão buscar refúgio em religiões austeras e repressoras, e algumas viram até bispas, pastoras e pregadoras. Exemplos: Darlene Glória, Simone Carvalho, Leila Lopes (1959-2009), Luíza Tomé...
Depois de se converter, Myriam passou a atuar em prol da religião. Apresenta programas de TV, rádio e internet da comunidade Canção Nova, lançou CDs com material religioso, e o livro "Eu, Myriam Rios", de 2006 - editado também pela empresa Canção Nova.
Foi eleita deputada em outubro de 2010, com o apoio de uma votação expressiva coordenada por Wagner Montes - também ele, figura dos anos 70 e 80, ex-ator, ex-jurado do "Show de Calouros" do SBT, atualmente apresentador de TV, e que costuma também disparar opiniões bastante retrógradas.
Enfim, depois de todo esse histórico, fica mais fácil entender o disparate atual de Myriam Rios, uma ex-celebridade que volta à mídia de forma pouco louvável. Vale lembrar que o vídeo no YouTube com Myriam Rios fazendo o seu discurso homofóbico, além de tudo, impede os usuários de postarem comentários. Mais uma atitude despótica das mídias religiosas, que pregam a liberdade de direitos e de expressão para todos, menos para aqueles que querem criticá-las. É a velha história: todo mundo é livre, desde que seja a favor deles.
Postado por
Alana
às
11:08
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Palavras-Chave
bocalnaro,
bolsonaro,
cruzada religiosa,
guerra,
homofobia,
homorrealidade,
myriam rios
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Myriam Réus - por Celso Andre
Myriam Réus - por Celso Andre
eh uma parodia, satira, imitacao da homofobica Myriam Rios.
que diga-se de passagem, bem melhor que a original.
e triste eh que soh depois de coisas assim que as pessoas começam a perceber o absurdo que eh esse tipo de discurso.
o video eh bom. vejam
b^ej.
L.
Postado por
Alana
às
19:01
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Palavras-Chave
homofobia,
imitacao,
myriam reus,
myriam rios,
piada,
PLC 122,
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