Marcha das Vadias
| Time | Saturday, July 16 · 11:00am - 2:00pm |
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| Location | |
| For | Marcha das vadias curitiba |
| More Info | “A Marcha de todas as bandeiras” O Movimento Slutwalk surgiu no Canadá, no início de 2011, e ganhou o mundo levantando a bandeira contra a culpa da mulher em casos de agressão sexual. Em Curitiba, a organização da Marcha tem gerado calorosos debates. Muito...s jovens, mães de família, políticos, têm expressado a compreensão da urgência em se realizar um ato a favor do RESPEITO. O respeito ao outro, personalizado na mulher, na criança - em todas as vítimas de agressão que todos os dias são atendidas em delegacias e hospitais. O respeito à todas as vítimas anônimas, humilhadas, abandonadas e destruídas. Infelizmente a civilidade curitibana não afastou esse fantasma e não podemos mais ser coniventes com todas as formas de desrespeito que presenciamos todos os dias.Por isso queremos todas as bandeiras na nossa marcha! * A bandeira da luta contra a violência sexual, a submissão, a exploração do corpo da mulher. A luta contra o conservadorismo que nos diz que, se não quisermos ser estupradas, não devemos provocar. * A luta contra o moralismo, que nos diz que não podemos usufruir de nossa sexualidade, sensualidade e beleza. Contra o machismo que impede que a mulher seja livre e impõe que seja apenas um objeto. * O feminismo, renovado, que acolhe as mulheres e orienta na melhor forma de exercer a feminilidade, com força, determinação e respeito. * A cidadania, que busca a criação de políticas públicas efetivas de proteção aos direitos da mulher, que puna agressores e estupradores. * O fim do preconceito contra os grupos LGBT, pelo respeito às diferentes formas de orientação sexual. * A assistência às prostitutas, maiores vítimas de violência e agressão sexual, pelo reconhecimento profissional e por uma condição mais digna, sem exploração. * O apoio às mulheres agredidas, que tenham a segurança de o Estado irá defendê-las de seus agressores. Acompanhamos as discussões acerca da dificuldade de ressignificar um termo tão carregado de preconceito, como VADIA, e consideramos que é urgente que todos os nomes pejorativos como puta, biscate, vagabunda, piranha, “mulher fácil” sejam reapropriadas e que a discussão sobre a sexualidade feminina, e tudo o que ela representa, seja pauta política e social. Se você também não concorda com uma sociedade que aplaude piadas sobre estupro, que segue lideranças que afirmam que, se a mulher foi estuprada, é porque de alguma forma ela consentiu, que banaliza a agressão física, moral e sexual, marche com a gente. Na “Marcha de todas as bandeiras” traga o seu respeito.Vista-se como quiser, traga a família, ensine ao mundo que as mulheres devem ser respeitadas. Diga não à violência! Acessem o blog: http://marchadasvadiascwb. Dia 16 de julho ás 11h saída do PASSEIO PUBLICO Mexeu com uma mexeu com todas! São bem vindas todas as mulheres, feministas ou não, mulheres que estão em abrigos, que sofrem ou sofreram violência, profissionais do sexo, gays, mascaradas, vadios e vadias.Hoje a gente escolheu vestir este rótulo. * Movimento pela vida: Celebrar o Amor Próprio! * Liberdade do corpo. * RESPEITO. * A Urgência não é discutir o feminismo e sim lembrar que a cada 15 segundos uma mulher é espancanda no Brasil, e não existe a menor graça nesse número! * Cada um traz sua bandera!Vamos congregá! * Cinderela dispertai! * Vamos buscar nosso prazer! * Convidamos as anônimas que estão sob ameaças, em abrigos a colocarem suas máscaras e virem marchar! Ludmila Nascarella, Kassandra Speltri, Máira Nunes, Stéphany Matannó. Sobre: Um protesto que começou no Canadá e vem ganhando as ruas de vários países do mundo chega ao Brasil neste fim de semana. Conhecido como ‘SlutWalk’, a primeira marcha das vagabundas (ou das vadias, como vem sendo traduzido) deve acontecer na Avenida Paulista, neste sábado (4), a partir de 14h. O movimento ‘SlutWalk’ começou no mês passado em Toronto, no Canadá, quando alunos de uma universidade resolveram protestar depois que um policial sugeriu que as estudantes do sexo feminino deveriam evitar se vestir como “vagabundas” para não serem vítimas de abuso sexual ou estupro. “Quando ouvimos pela primeira vez sobre a Polícia de Toronto rotular as mulheres e pessoas com maior risco de abuso sexual de "vagabundas", pensamos em fazer barulho e exigir mais do que um pedido de desculpas. Temos o direito constitucional de liberdade de expressão e decidimos usá-lo”, diz o site do grupo (www.slutwalktorontol.com). A primeira marcha reuniu cerca de 3 mil participantes vestidas de forma provocativa ou comportada para chamar a atenção para a cultura de responsabilizar as vítimas de estupro. Foi o estopim para que outros eventos semelhantes se espalhassem por várias cidades dos Estados Unidos e Europa. fonte: http://g1.globo.com/mundo/ Pessoalmente, como mulher e mãe de uma menina, aderi ao movimento por um único motivo: não há, NÃO PODE HAVER em hipótese ALGUMA, justificativa para qualquer tipo de abuso sexual (verbal ou físico). A mulher não pode ser responsabilizada pelo comportamento bestial/animalesco de homens que se defendem dizendo que ela lhe provocou "desejo", seja pela roupa, ou por qualquer outro motivo. Simplesmente o estupro ou o abuso sexual não pode ser um ato justificável. Dizer que as roupas das mulheres causam o estupro é como afirmar que a desigualdade social justifica assaltos e assassinatos, que as pessoas que são vítimas de violência devem sofrer as conseqüências pois certamente a causaram. Se a roupa das mulheres evitasse alguma forma de violência, as mulheres que usam burcas em países islâmicos não seriam tão maltratadas pelos homens de suas sociedades. O que ocorre, de fato, é justamente o contrário: ao se submeterem a esconder seus corpos para "evitar o desejo masculino", as mulheres assumem a posição de culpáveis pelos atos violentos que sofrem. é contra isso que protesto. mais informações: http://delas.ig.com.br/com http://slutwalkbrasil.blog http://noticias.terra.com. |

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